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Mahalo Clube, Aracajú / SE
Lendo o “Para Colorir” de Ricardo Cury me vi em algumas de suas histórias e lembrei de passagens que ele não citou em seu livro apesar de ter contado a história, uma destas histórias que elke contou e que eu tenho informações “complementares” foi a viagem que fizemos para assistir (no meu caso) uns shows lá no Mahalo Clube em Aracajú … não lembro bem a hora que saímos de Salvador e nem exatamente quem estava no carro, mas lembro que Henrique “Simpson” pegou emprestado sem avisar o chevetão preto do seu pai e pegamos a estrada, na bagagem alguns CDs de uma coletânea, a “UmDaBahia” que deveria ser vendida por lá entre outros itens … já havíamos passado de Praia do Forte pela Linha Verde quando repentinamente uma viatura parada à nossa frente pede que a gente pare, Simpson entrou em desespero pois o carro estava com um cheiro forte de algo nada “legal” e o pior de tudo é que ele além de não usar tal coisa havia “roubado” o carro do seu pai … o policial veio até o carro e pediu os documentos, só me lembro de ter aberto um saco de cheetos e devorá-lo … por sorte o guardinha só checou os documentos e nos liberou, porém mais tarde senti o estômago revirar … também, quem mandou eu comer todo aquele cheetos?
Não lembro exatamente todas as bandas que foram tocar por lá, mas me lembro de ter encontrado com os irmãos Snooze, Fabinho e Rafael e com Adolfo Sá que editava o fanzine Cabrunco Zine e nesta festa lançava o fanzine Mau Mau … não me recordo do show em si, mas lembro que quando tudo terminou fomos para o sítio dos irmãos Snooze, mas éramos tantos que nem todos puderam dormir dentro da casa, eu fui um dos que dormiu no carro, ou tentou dormir pois os mosquitos fizeram a festa no couro dos que se aventuraram em dormir no carro … quando o sol nasceu fomos curtir a piscina e as demais dependências do sítio … mas dormir que é bom eu não dormi direito … na volta atravessamos uma balsa em algum ponto entre Aracajú e Salvador, eu vinha dirigindo o chevetão preto e no banco do carona me recordo que vinha o Marcos Bola (ex. Dinky-Dau e Sangria), lembro que depois da balsa, todos cochilaram, inclusive eu que quase joguei todos em uma ribanceira não fosse o Bola que acordou de repente, pegou o volante e tirou o carro da direção do abismo, nesta hora saí da direção do carro se não eu matava a todos nós.
O importante é que chegamos bem e vivos, só não me lembro como.
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